Sabia que papel alumínio é inimigo de assados? E que bronzear um pouco de cada lado ajuda a manter a umidade?
Veja as dicas para obter uma carne tenra, úmida e no ponto para todos os ânimos
Não é hora de panos quentes, mas pratos bem feitos e no ponto. A verdade é que as festas de Natal, em geral, reúnem pessoas que pouco se vêem ao longo do ano, porque moram longe, têm pouca afinidade ou muita pressa. Por isso, é comum quando, nesses encontros, os ânimos esquentam e as pequenas farpas, comuns às reuniões familiares, viram grandes discussões. Quase sempre é assim. Parece que a noite está perdida, mas o chamado avisa que a ceia está servida – tudo pode piorar. As carnes secas com arroz e farofa – potencializadas pela presença do cunhado (quem engole?); o cara a cara como o tio que pede dinheiro emprestado; a mágoa adiada... todas essas situações podem desencadear sérios problemas respiratórios, ou, na pior das hipóteses, coma por sufocamento. Para evitar probleminhas (!) desse tipo, o iG Comida se muniu do mais puro espírito natalino e reuniu dicas de chefs para o jantar de confraternização ser perfeito – pelo menos no que diz respeito ao cardápio...!
Fazer carnes gostosas, úmidas e crocantes não é difícil. O pulo do gato é levar a peça ao forno quando ele estiver bem quente (180 a 200 graus). “Assim, ela imediatamente forma uma crosta por fora. Além de ficar crocante, seus sucos serão preservados”, afirma Alain Poletto, chef do grupo Pão de Açúcar. “Com o forno muito baixo, ela perde muita água e resseca”, diz o chef. O contrário também não é aconselhável. “Alto demais, queima por fora sem que a cocção chegue ao interior da peça.”
Quem for fazer o clássico peru deve tomar outras precauções para ele ficar no ponto certo. Poletto ensina que, como o peito da ave cozinha mais depressa do que as partes mais duras e gordurosas, o melhor é levá-la ao forno de lado, com uma das coxas para cima, por cerca de 25 minutos. Depois, é a vez de o outro ficar exposto ao calor direto. Mais 25 minutos. O terceiro passo é trazer o peru de volta à posição tradicional para terminar o cozimento. “Assim, o peito fica protegido da alta temperatura durante parte da cocção”, diz o chef. E melhor: “Fica super bem cozido e mantém a umidade interna”.
E como acertar o momento de desligar o gás? Afinal, nem toda carne vem com aquele palitinho que avisa quando ela está pronta. Poletto dá a dica: “Basta fazer uma pequena incisão na parte mais dura do assado -- no caso do peru, a coxa. Se escorrer um líquido clarinho, sem resquício de sangue, é sinal de que o cozimento está concluído”. Nessa hora, é bom aumentar a temperatura do forno. Seu assado ganhará uma bonita cor dourada.
Papel alumínio deve ficar de fora da lista de compras. Nada de cobrir a carne com as folhas brilhantes preferidas das donas de casa. “O calor fica circulando ali e o assado acaba virando um cozido”, diz Poletto. A regra vale para toda cocção desse tipo.
Heloísa Bacellar, do paulistano Lá na Venda, também tem uma dica boa para o peru não ressecar “Antes de assar, levante com cuidado a pele do peito, espalhe um pouco de manteiga sobre a carne, algumas ervas e volte com a pele para o lugar.” A chef garante: “A carne ficará ainda mais saborosa”.
Outra peça-chave no sucesso do banquete é a antecedência. “Tanto o peru como o pernil ficam deliciosos, desde que bem temperados e, para tanto, a pressa é inimiga da perfeição”, afirma Heloísa. A sugestão é temperar as peças de véspera com vinho ou limão, ervas, sal e alho.
Na hora de escolher o que servir, vale privilegiar as características do grupo convidado. “Peru inteiro é sempre mais bonito, mas muita gente só gosta do peito”, diz Heloísa. Nesses casos, a melhor pedida é preparar só essa parte da ave e servi-la fatiada com um molho gostoso de frutas, por exemplo. “O peito do peru ainda tem a vantagem de agradar idosos e crianças, é ideal para famílias grandes.”
Coadjuvantes da ceia: os acompanhamentos ganham roupa nova
Se a noite merece figurino especial, os acompanhamentos das aves também vão ficar bacanas de roupa nova. Em vez do arroz branco de todo dia, Heloísa gosta de acrescentar vinho branco seco, champagne ou cachaça aos grãos depois de refogados. No final do cozimento, ela salpica castanhas ou nozes douradas em um pouquinho de manteiga e está pronto o acompanhamento de festa. Ariani Malouf, do cuiabano Mahalo, sofistica sua receita misturando arroz branco e negro cozidos com cebola dourada, ervilha torta, amêndoas e abobrinha cortada em microcubos. Delícia!
A mesa está quase completa. Falta a farofa, tão importante no Natal quanto presentes e rabanadas. A dica, aqui, é usar o molhinho e a gordura da assadeira para deixá-la molhadinha e cheia de sabor. E o que já está bom ainda pode melhorar. “Como é fim de ano, junto também bacon douradinho, passas, ameixa, castanhas, azeitonas e ervas picadas”, diz Heloísa.
Os mais ousados podem substituir a farinha de mandioca por pão de forma batido grosseiramente e torrado no forno com manteiga e um toque de garam massala (mistura de especiarias indianas). “A farofa fica com textura crocante e delicada”, afirma Ariani. Depois, é só adicionar bacon sequinho, coco assado e correr para o abraço. Pães integrais também têm bons resultados no preparo.
Lista de compras
Natal é sinônimo de fartura, fato. Na ocasião, todo mundo comete os pecados reprimidos durante o ano todo. Calcula-se que cada convidado consuma, em média, 500 gramas de comida na ceia. Destes, 300 gramas, em geral, são de carnes (peru, pernil, presunto, bacalhau) e o restante de acompanhamentos. Na hora de fazer as compras, porém, é importante saber que arroz, por exemplo, dobra de volume depois de cozido. Dependendo dos ingredientes extras do preparo, o rendimento será ainda maior. A lógica serve para as farinhas, que ficarão mais pesadas se acrescidas de outras coisinhas. As carnes, ao contrário, perdem peso na cocção. Deve-se calcular, então, 100 gramas a mais para cada pessoa. Mas atenção: são 400 gramas de carnes cruas no total, não para cada item servido. E, nem por isso, vai faltar comida no enterro de ossos do dia seguinte.
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
ARROZ DOCE
tempo de preparo:
De 30 minutos a 1 horas
serve:
5 ou mais porções
tipo de prato:
Sobremesas
resumo
Receita de arroz doce. Um doce fácil de ser feito, pode ser servido quente ou gelado.
ingredientes
conversor de medidasquantidade de escolha... escolha... Quilos Gramas Colher de sopa Colher de chá Litros Mililitos Colher de sopa Colher de chá Xícaras Copos para escolha... escolha... Qtde Medida Ingrediente
1 e meio Litro(s) Leite
2 Xícara(s) Arroz
3 Xícara(s) Açúcar
A gosto Canela em pau
1 Lata(s) Leite condensado
A gosto Canela em pó
A gosto Cravo
modo de preparo
1.Cozinhe o arroz no leite, junto com a canela em pau. Misture enquanto cozinha para evitar que o leite ferva.
2.Quando diminuir a quantidade de liquido na panela, acrescente açúcar aos poucos.
3.Em seguida o leite condensado.
4.Acrescente cravo e polvilhe canela em pó para decorar.
5.Para ficar mais bonito, coloque em taças individuais, com um pedaço de canela em pau e canela em pó por cima.
O doce arroz de festa
Cremoso e com um toque de canela, confira a receita tradicional de arroz-doce
Arroz-doce, da chef Mariana Valentini: quanto mais cremoso, melhor
O arroz-doce como conhecemos hoje tem origem portuguesa. Ele já foi chamado de arroz de festa porque tinha presença garantida nas comemorações de família. Segundo o historiador Luís da Câmara Cascudo, era a sobremesa que toda mulher devia saber fazer. "Do contrário, era considerado o cúmulo da inaptidão doméstica", escreveu Cascudo em seu livro História da Alimentação no Brasil [Global,2004].
Mas, antes de tornar-se popularmente português, o doce bebeu de outras fontes culinárias. O historiador Raul Lody diz que no final da Idade Média houve um intercâmbio forte entre as cozinha do oriente e do ocidente, especialmente na Península Ibérica. E que os árabes já tinham por hábito cozinhar os grãos de arroz em leite. "Várias receitas desta época, preparadas com carne de boi, porco, frutas e arroz, independente de serem doces ou salgadas, tinham o acréscimo do valioso açúcar".
Débora Fontenelle, nutricionista e pesquisadora, diz que na Ilha da Madeira, a receita do arroz-doce teve o mel árabe substituído pelo açúcar português. Ela também explica que o arroz, símbolo de fertilidade, tem cerca de cinco mil anos e, no oriente, é historicamente consumido como alimento básico.
A memória culinária mais marcante para a chef Mariana Valentini é o arroz-doce de sua mãe. Mariana se recorda da sobremesa como a primeira referência de que, além do alimento dar sustento, também tem sabor. A chef compartilha a receita tradicional doce e dá as seguintes dicas para o preparo:
- quanto mais amido o grão tiver, melhor. A ideia não é deixar o arroz soltinho, e o amido ajuda a deixar a receita mais cremosa;
- não lave o arroz para fazer arroz-doce; a água leva o amido embora;
- não refogue o arroz antes de cozinhar, dessa forma, o amido ajuda na cremosidade desde o cozimento do grão;
- em vez da canela, podem ser colocadas raspas de limão para decorar e dar sabor diferente ao doce;
- inove utilizando a técnica do creme brûlé francês. Uma fina camada de açúcar sobre o doce de arroz pode ser cristalizada com a ajuda de um maçarico culinário;
- a gema de ovo ajuda a engrossar a mistura e o leite fica mais cremoso;
- na receita abaixo, a chef usa o arroz do tipo agulhinha. Outros tipos de arroz podem ser utilizados na receita, entretanto, a quantidade de leite e água pode variar.
Arroz-doce
Receita da chef Mariana Valentini, do restaurante Valentina, em São Paulo
Rendimento: 6 porções
Ingredientes
1 litro de leite
1 litro de água
1 lata de leite condensado
1 xícara rasas (chá) de açúcar
2 xícaras (chá) de arroz agulhinha
2 gemas
Canela em pau (a gosto)
Baunilha (a gosto)
Raspas de limão (opcional)
Modo de preparo
Em uma panela grande cozinhe o arroz em água com a canela, até quase amolecer. O arroz deve ser cozido em água, pois depois de o leite acrescentado, amolece mais um pouco. O grão deve ficar com a mesma consistência de risoto, bem molhado, cozido, mas firme. Acrescente o leite, o açúcar e as gemas (dissolvidas no leite) e mexa de vez em quando para não grudar no fundo da panela. Quando começar a reduzir, acrescente o leite condensado, mexendo até atingir a consistência desejada. Na hora de desligar, adicione a baunilha. Não deixe o creme secar muito, pois depois de frio, a porção endurece e seca um pouco mais. Polvilhe com canela em pó. O tempo de cozimento ajudará na cremosidade.
Arroz-doce, da chef Mariana Valentini: quanto mais cremoso, melhor
O arroz-doce como conhecemos hoje tem origem portuguesa. Ele já foi chamado de arroz de festa porque tinha presença garantida nas comemorações de família. Segundo o historiador Luís da Câmara Cascudo, era a sobremesa que toda mulher devia saber fazer. "Do contrário, era considerado o cúmulo da inaptidão doméstica", escreveu Cascudo em seu livro História da Alimentação no Brasil [Global,2004].
Mas, antes de tornar-se popularmente português, o doce bebeu de outras fontes culinárias. O historiador Raul Lody diz que no final da Idade Média houve um intercâmbio forte entre as cozinha do oriente e do ocidente, especialmente na Península Ibérica. E que os árabes já tinham por hábito cozinhar os grãos de arroz em leite. "Várias receitas desta época, preparadas com carne de boi, porco, frutas e arroz, independente de serem doces ou salgadas, tinham o acréscimo do valioso açúcar".
Débora Fontenelle, nutricionista e pesquisadora, diz que na Ilha da Madeira, a receita do arroz-doce teve o mel árabe substituído pelo açúcar português. Ela também explica que o arroz, símbolo de fertilidade, tem cerca de cinco mil anos e, no oriente, é historicamente consumido como alimento básico.
A memória culinária mais marcante para a chef Mariana Valentini é o arroz-doce de sua mãe. Mariana se recorda da sobremesa como a primeira referência de que, além do alimento dar sustento, também tem sabor. A chef compartilha a receita tradicional doce e dá as seguintes dicas para o preparo:
- quanto mais amido o grão tiver, melhor. A ideia não é deixar o arroz soltinho, e o amido ajuda a deixar a receita mais cremosa;
- não lave o arroz para fazer arroz-doce; a água leva o amido embora;
- não refogue o arroz antes de cozinhar, dessa forma, o amido ajuda na cremosidade desde o cozimento do grão;
- em vez da canela, podem ser colocadas raspas de limão para decorar e dar sabor diferente ao doce;
- inove utilizando a técnica do creme brûlé francês. Uma fina camada de açúcar sobre o doce de arroz pode ser cristalizada com a ajuda de um maçarico culinário;
- a gema de ovo ajuda a engrossar a mistura e o leite fica mais cremoso;
- na receita abaixo, a chef usa o arroz do tipo agulhinha. Outros tipos de arroz podem ser utilizados na receita, entretanto, a quantidade de leite e água pode variar.
Arroz-doce
Receita da chef Mariana Valentini, do restaurante Valentina, em São Paulo
Rendimento: 6 porções
Ingredientes
1 litro de leite
1 litro de água
1 lata de leite condensado
1 xícara rasas (chá) de açúcar
2 xícaras (chá) de arroz agulhinha
2 gemas
Canela em pau (a gosto)
Baunilha (a gosto)
Raspas de limão (opcional)
Modo de preparo
Em uma panela grande cozinhe o arroz em água com a canela, até quase amolecer. O arroz deve ser cozido em água, pois depois de o leite acrescentado, amolece mais um pouco. O grão deve ficar com a mesma consistência de risoto, bem molhado, cozido, mas firme. Acrescente o leite, o açúcar e as gemas (dissolvidas no leite) e mexa de vez em quando para não grudar no fundo da panela. Quando começar a reduzir, acrescente o leite condensado, mexendo até atingir a consistência desejada. Na hora de desligar, adicione a baunilha. Não deixe o creme secar muito, pois depois de frio, a porção endurece e seca um pouco mais. Polvilhe com canela em pó. O tempo de cozimento ajudará na cremosidade.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Salmão com batatas, cenouras e alcaparras
Ingredientes:
1 kg de salmão cortado em filés
Sal a gosto
Pimenta-do-reino a gosto
3 colheres (sopa) de azeite de oliva
½ xícara (chá) de cebola picada
4 batatas médias descascadas e cortadas em tiras
4 cenouras médias descascadas e cortadas em tiras
2 xícaras (chá) de creme de leite fresco
½ xícara (chá) de alcaparras
Óleo para untar o refratário
Modo de Preparo:
Tempere os filés com o sal e a pimenta. Deixe-os descansar por 10 minutos. Enquanto isso, refogue em uma panela a cebola, as tiras de batata e de cenoura no azeite por 10 minutos no fogo médio. Em seguida, acrescente o creme de leite, as alcaparras e misture. Reserve. Coloque os filés em um refratário untado com óleo e cubra-os com o creme reservado. Leve para assar no forno médio (180 ºC) preaquecido por aproximadamente meia hora ou até que os filés fiquem levemente dourados.
Dica: Polvilhe queijo tipo parmesão ralado antes de levar os filés com o creme ao forno.
1 kg de salmão cortado em filés
Sal a gosto
Pimenta-do-reino a gosto
3 colheres (sopa) de azeite de oliva
½ xícara (chá) de cebola picada
4 batatas médias descascadas e cortadas em tiras
4 cenouras médias descascadas e cortadas em tiras
2 xícaras (chá) de creme de leite fresco
½ xícara (chá) de alcaparras
Óleo para untar o refratário
Modo de Preparo:
Tempere os filés com o sal e a pimenta. Deixe-os descansar por 10 minutos. Enquanto isso, refogue em uma panela a cebola, as tiras de batata e de cenoura no azeite por 10 minutos no fogo médio. Em seguida, acrescente o creme de leite, as alcaparras e misture. Reserve. Coloque os filés em um refratário untado com óleo e cubra-os com o creme reservado. Leve para assar no forno médio (180 ºC) preaquecido por aproximadamente meia hora ou até que os filés fiquem levemente dourados.
Dica: Polvilhe queijo tipo parmesão ralado antes de levar os filés com o creme ao forno.
Cação com mandioquinha
Ingredientes:
4 postas de cação
Sal a gosto
Pimenta-do-reino a gosto
Suco de ½ limão
2 colheres (sopa) de azeite de oliva
3 dentes de alho picados
1 xícara (chá) de tomate sem pele e sem sementes picado
2 mandioquinhas médias picadas
½ xícara (chá) de salsinha picada
½ xícara (chá) de cebolinha picada
2 xícaras (chá) de água
Modo de Preparo:
Tempere o cação com o sal, a pimenta-do-reino e o suco de limão. Reserve. Em uma panela grande, refogue o alho no azeite, acrescente o tomate, a mandioquinha, a salsinha, a cebolinha e a água. Tampe a panela e deixe cozinhar no fogo médio por 15 minutos ou até que a mandioquinha esteja macia. Caso seja necessário, adicione mais ½ xícara (chá) de água. Em seguida, acrescente o cação, misture e deixe-o cozinhar por aproximadamente 10 minutos no fogo médio ou até ficar macio. Sirva com arroz branco.
4 postas de cação
Sal a gosto
Pimenta-do-reino a gosto
Suco de ½ limão
2 colheres (sopa) de azeite de oliva
3 dentes de alho picados
1 xícara (chá) de tomate sem pele e sem sementes picado
2 mandioquinhas médias picadas
½ xícara (chá) de salsinha picada
½ xícara (chá) de cebolinha picada
2 xícaras (chá) de água
Modo de Preparo:
Tempere o cação com o sal, a pimenta-do-reino e o suco de limão. Reserve. Em uma panela grande, refogue o alho no azeite, acrescente o tomate, a mandioquinha, a salsinha, a cebolinha e a água. Tampe a panela e deixe cozinhar no fogo médio por 15 minutos ou até que a mandioquinha esteja macia. Caso seja necessário, adicione mais ½ xícara (chá) de água. Em seguida, acrescente o cação, misture e deixe-o cozinhar por aproximadamente 10 minutos no fogo médio ou até ficar macio. Sirva com arroz branco.
Bolinho de maçã e nozes
Ingredientes:
250g de manteiga
250g de açúcar
5 ovos
75g de nozes picadas
1 colher (chá) de fermento em pó
1/2 colher (chá) de canela em pó
250g de farinha de trigo
2 maçãs fuji
Modo de Preparo:
Na batedeira, bata a manteiga com o açúcar até obter um creme. Junte os ovos, um a um, sempre batendo. Acrescente as nozes, o fermento e a canela em pó. Tire da batedeira, junte a farinha peneirada e mexa delicadamente, agregando a farinha de baixo para cima. Unte com manteiga e polvilhe com farinha pequenas fôrmas individuais. Corte as maçãs ao meio e depois em tiras finas. Despeje a massa nas fôrmas e depois disponha as tiras de maçã. Leve para assar em forno pré-aquecido a 180º C até ficar dourada.
Receita da chef Adriana Cymes, do Buffet Arroz de Festa, em São Paulo
250g de açúcar
5 ovos
75g de nozes picadas
1 colher (chá) de fermento em pó
1/2 colher (chá) de canela em pó
250g de farinha de trigo
2 maçãs fuji
Modo de Preparo:
Na batedeira, bata a manteiga com o açúcar até obter um creme. Junte os ovos, um a um, sempre batendo. Acrescente as nozes, o fermento e a canela em pó. Tire da batedeira, junte a farinha peneirada e mexa delicadamente, agregando a farinha de baixo para cima. Unte com manteiga e polvilhe com farinha pequenas fôrmas individuais. Corte as maçãs ao meio e depois em tiras finas. Despeje a massa nas fôrmas e depois disponha as tiras de maçã. Leve para assar em forno pré-aquecido a 180º C até ficar dourada.
Receita da chef Adriana Cymes, do Buffet Arroz de Festa, em São Paulo
Bolinho de arroz de coco com camarão
Ingredientes:
Arroz de coco (base)
1 xícaras (chá) de arroz
1 ½ xícaras (chá) água fervente
½ cebola picada finamente
1 xícara (chá) de leite de coco
2 colheres (sopa) azeite
Sal a gosto
Recheio de camarão
1 xícara (chá) de camarão 7 barbas limpo
1 xícara (café) de alho-poró picado
Suco de ½ limão
1 colher (sopa) de manteiga
2 colheres (sopa) de Catupiry
Pimenta branca
Sal
Bolinho
4 xícaras (chá) do arroz de coco cozido (em temperatura ambiente)
1 ovo
½ xícara (chá) de creme de leite fresco
Salsinha e cebolinha picadas
Sal e pimenta-do-reino
1/2 xícara de chá de farinha trigo na massa do bolinho e o quanto baste de farinha de rosca para empanar os bolinhos
Óleo de girassol ou canola para fritar
Molho de capim limão
20 ml de vinagre de arroz
40 ml de azeite
3 talos de capim limão picadinho
1 talo de cebolinha picadinha
Receita do restaurante Diversitá Bistrô, em São Paulo
Modo de Preparo:
Arroz de coco (base)
Leve uma panela ao fogo com o azeite e doure levemente a cebola. Junte o arroz, deixe fritar por alguns instantes e acerte o sal. Coloque a água e deixe que cozinhe em fogo brando por alguns minutos.
Quando o arroz estiver pré-cozido, junte o leite de coco. Mexa rapidamente e deixe completar o cozimento. Reserve.
Recheio de camarão
Tempere os camarões com o sal, a pimenta e o suco de limão. Aqueça a manteiga numa frigideira e refogue o alho-poró. Junte os camarões e refogue até ficarem rosados. Passe este refogado rapidamente no processador. Junte o Catupiry e reserve.
Bolinho
No processador, coloque o arroz, o ovo, o creme de leite e a farinha de trigo. Bata por alguns instantes e misture por último às ervas picadas. Modele essa massa em bolinhos, recheando com o camarão. Passe na farinha de rosca e frite em óleo quente para ficarem dourados.
Molho de capim limão
Bata o vinagre e o azeite com um batedor de arame. Junte o capim limão e a cebolinha. Sirva este molho para acompanhar os bolinhos.
Receita do restaurante Diversitá Bistrô, em São Paulo
Arroz de coco (base)
1 xícaras (chá) de arroz
1 ½ xícaras (chá) água fervente
½ cebola picada finamente
1 xícara (chá) de leite de coco
2 colheres (sopa) azeite
Sal a gosto
Recheio de camarão
1 xícara (chá) de camarão 7 barbas limpo
1 xícara (café) de alho-poró picado
Suco de ½ limão
1 colher (sopa) de manteiga
2 colheres (sopa) de Catupiry
Pimenta branca
Sal
Bolinho
4 xícaras (chá) do arroz de coco cozido (em temperatura ambiente)
1 ovo
½ xícara (chá) de creme de leite fresco
Salsinha e cebolinha picadas
Sal e pimenta-do-reino
1/2 xícara de chá de farinha trigo na massa do bolinho e o quanto baste de farinha de rosca para empanar os bolinhos
Óleo de girassol ou canola para fritar
Molho de capim limão
20 ml de vinagre de arroz
40 ml de azeite
3 talos de capim limão picadinho
1 talo de cebolinha picadinha
Receita do restaurante Diversitá Bistrô, em São Paulo
Modo de Preparo:
Arroz de coco (base)
Leve uma panela ao fogo com o azeite e doure levemente a cebola. Junte o arroz, deixe fritar por alguns instantes e acerte o sal. Coloque a água e deixe que cozinhe em fogo brando por alguns minutos.
Quando o arroz estiver pré-cozido, junte o leite de coco. Mexa rapidamente e deixe completar o cozimento. Reserve.
Recheio de camarão
Tempere os camarões com o sal, a pimenta e o suco de limão. Aqueça a manteiga numa frigideira e refogue o alho-poró. Junte os camarões e refogue até ficarem rosados. Passe este refogado rapidamente no processador. Junte o Catupiry e reserve.
Bolinho
No processador, coloque o arroz, o ovo, o creme de leite e a farinha de trigo. Bata por alguns instantes e misture por último às ervas picadas. Modele essa massa em bolinhos, recheando com o camarão. Passe na farinha de rosca e frite em óleo quente para ficarem dourados.
Molho de capim limão
Bata o vinagre e o azeite com um batedor de arame. Junte o capim limão e a cebolinha. Sirva este molho para acompanhar os bolinhos.
Receita do restaurante Diversitá Bistrô, em São Paulo
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